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Desculpa.
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- Vinte e seis – você disse. Um para cada dia que a gente está junto. E espero que algum dia eu faça outra coisa imbecil e tenha que dizer um milhão de vezes porque vai durar até lá, você e eu. Você e eu.

Por Isso a Gente Acabou. 
to aqui conferindo o gabarito da minha vida e nao acertei nenhuma até agora
il y a 7 heures · 12 592 notes · reblog
Mas tô me divertindo, ué. Não é isso que mandam a gente fazer? Quando a gente chora e escreve aquele monte de poesia profunda. Quando a gente se apaixona e tudo mais e enche o saco dos amigos com aquela melação toda. Não fica todo mundo dizendo pra gente parar de tanto drama e se divertir? Poxa, tô só obedecendo todo mundo.
Tati Bernardi.  (via coutes)
Assim, uma vontade de morrer ou ir embora sem dizer adeus. Dentro do peito, do íntimo, estranho, como se pudesse quem sabe. Tantas coisas, possibilidades, chances: engolir, mastigar, beber, cuspir, interiorizar, depois deixar de lado. Pra que um dia ou nunca. Pra que agora ou mais tarde. Pra que sendo ou não sendo. Pra que qualquer coisa, qualquer uma das tantas coisas. Seria ridículo, não fosse triste. Não significasse subitamente um fim muito longo, que não se completa de repente porque é muito complicado. Que é quase como uma sinfonia, uma música, um toque legítimo. Escuta-se, o segundo corre, ainda se escuta e é uma vibração tão breve que parece entre os espaços de lucidez mais como uma alucinação que com uma realidade. Pede um abraço, agora. Ou depois vai ficar muito grande o corpo, cheio de feridas, cheio de histórias, cheio de marcas, cheio de pessoas, e o peso é impossível, e o riso é retraído, e o futuro é perigoso. Melhor agora, melhor entre a hora de desistir e a hora de gritar. Melhor que. Não fuja ainda, não corra, não tenha tanto medo a ponto de fazer alguma coisa triste. Abraço. Abraço. Abraço. Depois pode dormir. Sonhar, tentar sorrir, ler os livros de filosofia da escola, quem é Sartre?, quem interioriza a violência logo sucumbe. Depois chora, depois treme, depois olha pro céu e aponta: conhece? não lembro o nome. Alguma coisa antiga, astronomia sempre foi meu sonho. E percebe que fala sozinho. Ansiolíticos no armário, a cozinha distante o suficiente, quem sabe um copo de vidro, cacos espalhados pelo chão como um espelho que dá sei lá quantos anos de azar, cães latindo do lado de fora, semáforos estão verdes a essas horas da madrugada?, deve estar passando algum filme bonito na televisão, a faca nem é tão afiada, uma amiga tinha tanto problemas de coração, morrer é sempre tão triste, não tenho coragem, não tenho coragem, não tenho coragem, não tenho coragem. Existe algum telefone nessa casa. Como se existisse. Primeiro procura, olha pros cantos, os vincos e os vazios sem móveis. Tateia, é tão escuro. Uma mão aonde alcança a coragem, um pé aonde não existe tanto medo, um dedo aonde cabe qualquer carne: de repente sente, de repente grunhe, de repente é tão simples ligar: vem aqui. está frio. estou doente. quero um beijo. o caio fernando abreu existiu de verdade? eu sonhei com a sua mãe. a sua barba é tão reluzente. você tem diminuído com o tempo? já superei o seu peito. tem uma criança chorando por perto. meu gato morreu. vou ser escritor. Assim, tantas frases a dizer. Tanta coisa pra quem sabe contar ou perguntar ou tentar construir, em direção a uma conversa plausível. Coça o ouvido, os cabelos que caem. Toca o nariz, o machucado entre os olhos. A sobrancelha tão grossa, as pernas tão finas. Você ainda é de aquário? Não sei, deixei anteontem de acreditar em horóscopo.
Circos.
C    renovador